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Virais Estruturais e Macacais

Antes de tudo devo dizer que o racismo é a situação mais atrasada de humilhação e de discriminação de outra pessoa. Beira algo tão estapafúrdio que no meu pensamento por si só ele não existe. Meu cérebro não tem a capacidade de assimilar tal besteira.

Apesar de ser besteira ele está ai e de maneira forte. Concordo com lutas fortes e diria até chatas… São situações que não precisaríamos ser lembrados, cobrados, avisados… Mas infelizmente somos humanos e não macacos. Antes existiam os eco chatos e me pegunto se agora teremos os Black Chatos, Black Soccer Player chatos… O chato é uma brincadeira, pois acredito muito nessas pessoas e a importância das mesmas para o mundo. Basta ver o avanço das causas ecológicas… Sim ecochatos, nós amamos vocês e sim os que apoiam as causas antirracistas colherão frutos no futuro e siiiiimmmm farão seus filhos viverem em um mundo mais “diria” normal, como se espera.

Mas indo de encontro ao que houve nessa campanha do #somostodosmacacos, me pergunto porque minhas “hashtags” maravilhosas criativas e diferentes com imagens legais não viralizam?

Ingênuo pensar que o processo viral veio depois das redes sociais, dos face”truque” e Twitter… O processo de um assunto se tornar viral é mais antigo que propaganda de tônico que cura desde impotência até unha encravada passando por calvície e asma.

Em casos pré internet podemos citar o Macaco Simão. Nesse caso o conceito não era o racismo e sim a política suja. Nesse caso não nos tornamos macacos. Um macaco é que veio nos salvar, fomos elevados a macacos. O Macaco Simão era um chimpanzé do Zoo de SP. Naquela época (1989) as cédulas de votação eram de papéis e muitas pessoas escreviam verdadeiros textos como se o recado fosse chegar ao poder público. Todos queriam falar, se expressar, expressar seu descontentamento e o pessoal da comunicação é o que melhor faz essa tradução ocorrer e fazem com que a grande massa se traduza em uma só ação (quando são bons claro).  Essa ação foi convencer que deveria ser eleito para o governo o Macaco Simão, responsáveis? Casseta e Planeta. Momento certo, campanha com estratégias já definida esperando o momento certo. Nas eleições de 1989 o macaco simão foi um dos mais votados. A informação correu solta sem um “twit” ou uma “hashtag”.

Todo esse processo criativo e de esforço antes evidenciado, ficam nos dias de hoje atrás de uma hashtag. Por isso a sua hashtag não viraliza e a dos queridinhos sim. Existe estratégia, planejamento, equipe e muitas outras coisas para vários artistas no mundo inteiro tirarem fotos com bananas se dizendo macacos com no caso da hashtag #somostodosmacacos (com start na “banana” do Daniel Alves). Tudo estava pronto, foi só o “colocar para a rua” uma campanha top e bem estruturada pela Agência Loduca junto com o Neymar (produto ou jogador?).

Com hashtags, sem hashtags, com internet, sem internet, com discussões de certo ou errado, sem discussões, a pessoa que capta o momento e o traduz através de poucas palavras, atos, ou pequenas ações e gestos, viraliza até a hashtag #jilónãoéamargo e faz com as pessoas participem.

Enxergo nos tempos próximos o grande desafio da comunicação. Fazer com que hashtags, e virais se saiam do Online e venham agir no offline. Ações que comecem como virais se tornem cotidiano nas ruas.

E por fim, espero que nós com isso tudo evoluamos! Chega de se transformar em macaco. O bicho é simpático mas #nãosomosmacaco !

Cordiais Saudações

Daniel Celia

Interno

 

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